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Intercâmbio depois dos 50 é possível

Pessoas maduras procuram, cada vez mais, viagens que possam trazer conhecimentos para uma das fases mais importantes da vida

É comum ouvir aquela frase entre pessoas com mais de 50 anos: “Não tenho mais idade para fazer intercâmbio, meu tempo já passou e eu não fui. Isso é coisa para gente nova”. Porém, é cada vez maior o número de pessoas nessa faixa etária, e acima, que estão arrumando as malas para aprender ou melhorar o idioma, estudar, trocar novas experiências ou buscar uma qualificação profissional no exterior.

Esse novo fenômeno está chamando a atenção das agências de intercâmbio brasileiras, como explica Claudio Roberto Kleiner, fundador da Interconnect Brasil, formada por profissionais com mais de 20 anos de experiência no mercado. “As pessoas acima dos 50 anos nos procuram interessadas em viajar para adquirir um conhecimento novo. Elas não querem mais apenas passear em pontos turísticos das cidades. Elas querem fazer uma imersão, se dedicarem ao estudo, porque muitas reclamam que voltam do exterior sem nenhum conhecimento novo agregado”, diz.

Troca de experiências

Diogo Rodrigues, diretor comercial e de gestão da Interconnect Brasil, sugere que a pessoa busque grupos com a mesma faixa etária para fazer um intercâmbio, pois ele acredita que a maior dificuldade para essas pessoas, com mais de 50 anos, é acompanhar o ritmo dos jovens nas faixas dos 20, 30 anos. “Além das aulas, são organizadas atividades fora de sala, como passeios, visitas aos principais museus, festas e viagens com características que combinem com o perfil desse público. Eles são muito interessados em conhecer profundamente a cultura do país”, conta Diogo.

Segundo o especialista, os destinos para os intercambistas com mais de 50 anos são bem variados, passando na maioria das vezes por cidades históricas dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Itália, Espanha, França, Alemanha, África do Sul e Rússia.

 

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18/02/2015 ATRACOES